ANTES

O sistema tradicional para secagem de grãos em fornalhas e secadores utiliza a lenha em “metro” (1,10m) para queima. Um processo primitivo que consiste no corte da madeira em florestas ou fazendas, carregamento, transporte e desdobramento da lenha empilhada nos armazéns até as fornalhas.

 

O fato é que toda esta cadeia produtiva apresenta inúmeros riscos de incêndios e acidentes, além de tornar o pátio um refúgio para cobras, ratos e resíduos da própria lenha.

DEPOIS

A ideia pode parecer simples, mas as vantagens proporcionadas pelo Automatizador Comber são imensas. O novo processo reduz em até 60% o custo de mão de obra, 15% no tempo de secagem dos grãos, 40% do consumo de biomassa, além de permitir uma secagem uniforme dos grãos, auxiliando na armazenagem, redução de cinzas e ainda na diminuição significativa de afastamentos e acidentes de trabalho.

Antes secávamos em torno de 400 a 500 toneladas brutas diariamente. Hoje estamos secando em média de 800, dependendo do dia, e com um nível de 30% de umidade. Começamos a colher mais cedo: o normal é os armazéns receberem o produto com 18%, ou no máximo 20% de umidade, para secar. Com o Automatizador Comber já começamos a secar com 30% e podemos antecipar esse processo sem problemas.  
Juliano Pomer Administrador de fazendas
Juliano Pomer
Estamos muito satisfeitos e acreditamos que o produto atende ao que pretendemos. Há tanto o lado da economia como o da produtividade, com relação a mão de obra e a facilidade de se operar o sistema
Josiel Nascimento Supervisor de Armazéns do Grupo Cereal
No sistema antigo, a temperatura oscilava com frequência. O secador que deveria funcionar a 100°C, chegava a 150°C quando era abastecido. É o momento em que ela pega fogo. Com o Automatizador Comer, regulamos a temperatura, eliminamos possíveis oscilações e reduzimos a zero as ocorrências de incêndios
Vitor Giacomini engenheiro agrônomo, BRF